Israel realiza novos ataques a alvos do Hamas em Gaza e deixa 70 mortos
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Palestinos inspecionam local de um ataque israelense a uma casa, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 20 de março de 2025 — Foto: Hatem Khaled/Reuters
Palestinos inspecionam local de um ataque israelense a uma casa, em Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza, em 20 de março de 2025 — Foto: Hatem Khaled/Reuters
As Forças Armadas de Israel promoveram um novo ataque a alvos do grupo terrorista Hamas, na Faixa de Gaza. Bombardeios foram registrados na manhã desta quinta-feira (20) pelo horário local – madrugada no horário de Brasília.
Autoridades do Ministério da Saúde local – comandado pelo Hamas – dizem que ao menos 70 pessoas foram mortas. Segundo a agência de notícias Reuters, outras dezenas de pessoas ficaram feridas.
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No impasse sobre o cessar-fogo, forças de Israel voltam a bombardear Gaza por terra — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
No impasse sobre o cessar-fogo, forças de Israel voltam a bombardear Gaza por terra — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Ao anunciar as novas operações, Israel emitiu o que chamou de “último aviso” aos residentes do território palestino para que devolvam os reféns e retirem o Hamas do poder.
Os militares israelenses disseram que suas operações estenderam o controle de Israel sobre o chamado corredor Netzarim, que divide a Faixa de Gaza, e foram uma manobra “focada” com o objetivo de criar uma zona tampão parcial entre o norte e o sul do território.
Enquanto Israel conduzia novos ataques, longas filas de civis em fuga se formaram nas estradas de Gaza ao longo desta quarta-feira.
O Hamas disse que a operação terrestre e a incursão no corredor de Netzarim foram uma “nova e perigosa” violação do acordo de cessar-fogo, que entrou em vigor em janeiro. Em um comunicado, o grupo terrorista pediu aos mediadores que “assumam suas responsabilidades”.
Para o Hamas, novos reféns só serão soltos com a aplicação da segunda etapa do acordo de cessar-fogo, que ainda está em negociação.
A guerra entre Israel e Hamas começou em outubro de 2023, após o grupo terrorista invadir o território israelense, matar 1.200 pessoas e sequestrar mais de 200. O conflito provocou mais de 40 mil mortes em Gaza, segundo autoridades do Hamas, e levou o território para uma grave crise humanitária.

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*Esta matéria está em atualização.